Pavia

A vila de Pavia é um local a não perder, uma vila tipicamente alentejana, pertencente ao concelho de Mora e caracterizada pelo seu simples casario. Alberga um território povoado desde a pré-história, existindo nesta freguesia cerca de 200 monumentos de megalitismo funerário, alguns em estado de degradação.

Pavia foi sede do Concelho entre 1287 e o início do século XIX. A freguesia de Pavia é atualmente composta por duas povoações, Pavia e Malarranha, esta situa-se a cerca de 13 km de Pavia, onde se pode visitar a Igreja de Nossa Senhora de Fátima.

No século XVI foi construído o edifício dos Paços do Concelho, onde atualmente se situa a Junta de Freguesia.

O povoamento de Pavia remonta à Pré-História tal como demonstra as diversas antas presentes na zona, estando mesmo os restos de uma delas no centro da vila. Hoje transformada em capela dedicada a São Dinis, como forma de homenagem por ter sido este a dar o primeiro foral a Pavia em 1287.

Os inúmeros registos megalíticos presentes na zona provam a antiguidade da Vila. Diz-se que as origens históricas deste agregado populacional, o mais antigo do Concelho de Mora, se ficaram a dever a uma colónia de imigrantes italianos chefiada por um certo Roberto de Pavia, provenientes de uma região italiana denominada de Pavia, fixados a instâncias de D. Afonso III ou de D. Dinis.

A reforma administrativa da vila deu-se a 6 de novembro de 1836, integrando em Pavia os extintos Concelhos de Águias, Cabeção e Mora. Esta situação manteve-se até 17 de abril de 1838, altura em que a sede de Concelho passa a ser Mora.

Nesta vila viveram duas ilustres personalidades: Fernando Namora e Manuel Ribeiro de Pavia.

Fernando Namora para além da profissão de médico que exerceu nesta terra, também escreveu sobre estas gentes e sobre as lindas paisagens que espreitam a vila de Pavia e deixou algumas das suas telas que retratam essas mesmas paisagens.

Manuel Ribeiro de Pavia, foi outro grande homem pintor de excelência que deixou um museu com vários originais, que são visitados por inúmeras pessoas, na Casa-Museu Manuel Ribeiro de Pavia.

Dois nomes sonantes que deixaram bem presente a marca das suas obras na vila e no Concelho.  

Fernando Namora

Fernando Namora, médico e escritor português do séc. XX, viveu na Casa do Conde, em Pavia, entre 1946 e 1951.

Licenciado em Medicina (1942) pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, no exercício da sua profissão de médico viveu primeiro na sua terra natal, Condeixa-a-Nova, e depois nas regiões da Beira Baixa e Alentejo, em locais como Tinalhas, Monsanto e Pavia, até se instalar definitivamente em Lisboa.

Anta de Pavia

A Anta de Pavia, transformada em Capela de São Dinis ou Capela de São Dionísio, é um Monumento Nacional português localizado na vila de Pavia, em Mora, no distrito de Évora.

É uma das antas mais importantes de Portugal, tendo o seu recinto e câmara 4,30 metros de diâmetro, 3,30 metros de altura e um capelo com o volume de 3 X 2,60 metros.

A anta foi erguida entre o IV e o III milénio a.C., tendo sido transformada numa capela dedicada a São Dinis ou São Dionísio no século XVII. A transformação do local em monumento cristão terá recebido influências da Anta-Capela de São Brissos no município de Montemor-o-Novo.

Foi objeto de escavações arqueológicas no segundo quartel do século XX, realizadas por Vergílio Correia, tendo sido escavada precisamente no sábado de Aleluia (Páscoa) ou 11 abril de 1914. O trabalho efetuado está reunido no livro El Neolítico de Pavia, editado em 1921.

Encontra-se classificada como monumento nacional desde 1910.

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Manuel Ribeiro de Pavia

Manuel Ribeiro de Pavia (nasceu em Pavia, a 19 de março de 1907, faleceu em Lisboa, 19 de Março de 1957) foi um pintor e ilustrador português, neo-realista.

Morreu no seu aniversário, aos 50 anos.

A broncopneumonia e o corpo debilitado pela fome crónica e pelo orgulho sorbebo cortaram a meio a obra do mais estimado ilustrador português.

No quarto da pensão onde vivia, na Rua Bernardim Ribeiro, em Lisboa, acompanharam o seu último alento alguns escritores para quem generosamente desenhava os livros que vieram a constituir o coração do Neorrealismo português dos anos 40 e 50 do século passado.

Avesso à pintura de cavalete e aos circuitos de validação do mundo das artes plásticas, criou algumas das mais belas caps daqueles anos para o escol da intelectualidade da época, de Alves Redol a Namora, de Antunes da Silva a Domingos Monteiro, de Tolstoi a Dostoievski, e para emblemáticas editoras como a Portugália, a Guimarães, a Inquérito e a Sociedade de Expansão de Cultura. O feitio esquivo e a obsessão pelo Alentejo natal fizeram dele, sobretudo a partir da sua morte, um ícone para os oposicionistas do Estado Novo, que grafaram na revista Vértice uma rara homenagem, criando uma linda imortal à volta do artista a quem José Gomes Ferreira apelidava carinhosamente de " Princípe Sem Vintém".

Povoamento Pré-histórico de Pavia

O povoamento de Pavia remonta à Pré-História tal como demonstra as diversas antas presentes na zona, estando mesmo os restos de uma delas no centro da vila. Hoje transformada em capela dedicada a São Dinis, como forma de homenagem por ter sido este a dar o primeiro foral a Pavia em 1287.

Os inúmeros registos megalíticos presentes na zona provam a antiguidade da Vila. Diz-se que as origens históricas deste agregado populacional, o mais antigo do Concelho de Mora, se ficaram a dever a uma colónia de imigrantes italianos chefiada por um certo Roberto de Pavia, provenientes de uma região italiana denominada de Pavia, fixados a instâncias de D. Afonso III ou de D. Dinis.

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